Uma equipa de cientistas da Universidade da Califórnia inseriu células-tronco de sangue de ratos velhos com um gene de longevidade que rejuvenesceu o potencial de regeneração dessas células, segundo um artigo publicado esta quinta-feira ( 31/01/2013) na revista “Cell Reports”.
A experiências abre novos caminhos para o desenvolvimento de tratamentos para as doenças degenerativas relacionadas com a idade.
Os biólogos determinaram que a proteína denominada SIRT3, da classe conhecida como sirtuínas, desempenha um papel importante ajudando as células-tronco de sangue envelhecidas a lidarem com o stress.
Quando os pesquisadores inseriram a SIRT3 nas células-tronco de sangue dos ratos velhos o tratamento estimulou a formação de novas células no sangue, o que prova uma reversão da deterioração, relacionada com a idade.
"Já sabemos que as sirtuínas regulam o envelhecimento, mas o nosso estudo foi o primeiro que demonstrou que as sirtuínas podem reverter a degeneração ligada ao envelhecimento", disse Danica Chen, professora de Ciência e Toxicologia na Universidade da Califórnia, em Berkeley, e pesquisadora principal do estudo.
Danica assinalou que nos últimos 10 a 20 anos houve muitos avanços na compreensão científica do envelhecimento: em lugar de um processo descontrolado e ao acaso, o envelhecimento é considerado agora um desenvolvimento altamente regulado.
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